⋆ Doses de Mikah à gosto ⋆

Gatinhos da minha vida - Parte 1 de 3


BEDA2026 Texto 25/31 seguindo a lógica da semana, mais um baú de memórias foi aberto e dentro dele saiu uma foto algumas fotos para quase todos os gatinhos que já tive nessa vida.

Nem todos vão ter fotos, mas ainda assim tenho algo a contar sobre cada um deles e por motivos de nao quero mesmo, não vou comentar como cada um voltou pro centro de distribuição.

São tantos gatos que eu tive que dividir a postagem, não sei ainda em quantas, mas no mínimo duas com certeza. Nesta vou ter menos fotos, mas nem por isso, menos gatos que as próximas postagens pois herdei dos meus pais a filiação vitalícia ao sistema de distribuição de gatos desde meu nascimento em 1990.

Segundo minha mãe, gatinhos dormiam comigo no berço antes mesmo do meu primeiro ano de vida, mas ela, infelizmente, nem sempre teve condições de registrar esses momentos em fotos.

Gatos que tive na infância e adolescência

Michel

O primeiro gatinho do qual tenho alguma lembrança devido às histórias contadas e um único registro de sua existência.

Em alguma fita k7, junto com uns flashback internacional que mainha gravava dos programas de rádio que gostava, tinha uma mini Mikah com 4 ou 5 anos de idade chamando Michel pra brincar.

Não sei que fim levou essa fita, mas realmente me lembro de ouvir isso, então sei que é real.

Michel era um gato vaquinha que, segundo meu pai, toda madrugada saía de casa e ia esperar ele na parada de ônibus.

Pequenininha

Uma gatinha preta que achamos na estação de trem próximo a casa que morei antes da que foi construída pelos meus tios. Ela estava perdida seguindo todo mundo que passava e era minúscula. Levamos pra casa, mas nessa época meu pai ainda não tinha sido encantado pelos gatos, não deixou ela ficar, estávamos prestes a nos mudar pra casa nova e na cabeça dele isso não daria certo. Uma vizinha ficou com ela e ela transitava entre as duas casas enquanto estávamos lá.

Novinha

Praticamente mesmo caso da anterior, só que essa era uma gata vaquinha, apareceu praticamente da mesma maneira só que ela foi resgatada pela vizinha que acolheu Pequenininha então tínhamos guarda compartilhada de ambas.

Chatram e Bob

Um gatinho cinza murisco que viveu com a gente por volta se 98 e 99. O que mais lembro dele era que ele era um exímio caçador de baratas e sempre, SEMPRE, que alguem ia ao banheiro ele logo ficava a postos para caçar alguma. Era uma época em que a casa dos meus pais estava sendo construída e tinha muitas delas zanzando por lá.

Bob aqui será uma menção honrosa aqui pois foi o único doguinho que minha família ja chegou a ter, veio morar com a gente junto com Chatram e eles eram uma dupla inseparável. Diz meu pai que Bob era um pequenez misturado com alguma coisa que não lembro mais, só sei que não era pincher por lembrar que ele tinha um comportamento diferente dos que já vi por aí, era mais dócil. Depois dele ninguém teve coragem de adotar outro cachorro e eu pessoalmente continuo seguindo essa regra até aqui.

Fernando

Fernando foi o primeiro gatinho que tive a honra de nomear. Ele era um Sialata muito lindinho e sapeca, mas não viveu muito tempo com a gente, ele quis ser andarilho e foi morar na rua de trás, as pessoas da rua cuidavam dele e ele viveu um bom tempo lá, quando eu ia pra escola ele sempre vinha me dar um oi se jogando nos meus pés pra eu fazer um breve carinho nele e depois corria pra sua gangue.

Shrek

O primeiro gatinho que eu resgatei na vida. Alguns garotos na rua de casa estavam judiando de um filhote de gato eu estava voltando da escola, vi aquilo e peguei ele pra mim. Que eu me lembre, cheguei em casa tão pyta da vida com os meninos que ninguém nem contestou. Nunca esqueço o quanto bixim tremia assustado nos meus braços.

Amarelinho

Não tenho muitas lembranças dele, só que ele era muito, muito carinhoso, se você chamasse o nome dele de um determinado jeitinho ele pulava no seu colo e que ele adorava dormir na minha antiga estante de livros e pelo que achei ali pelo instagram pessoal que eu usava em 2013 ainda, era ele que me fazia companhia quando eu estava estudando de madrugada durante os primeiros meses de graduação.

WhatsApp – 25/08
WhatsApp 1 WhatsApp 2 WhatsApp 3

Nonokinha

A última gatinha que tive junto com meus pais, não tive como levar ela comigo quando saí de casa. Ela era um docinho e um grude só. Foi com ela a primeira foto que postei no Instagram quando ainda usava a conta pessoal hoje abandonada. Nessa época já passava o dia todo trabalhando, a noite na faculdade e os fins de semana na casa do namorado e quase não a via, por isso sempre que eu estava em casa ela ficava chorando pra vir pro meu colo 😭

IMG-20260825-WA0057

Preto

IMG-20260825-WA0058

Eu já não lembrava desse bombonzinho! Era da minha mãe na época que fiquei uns meses por lá me recuperando da cirurgia no tornozelo quando tranquei a faculdade, mas foi um período tão tenso na minha vida que muita coisa se apagou da minha memória, para fazer esse post fui dar uma olhada no meu antigo instagram pessoal que está abandonado desde 2019

A última foto é justamente de um dos meus gatinhos rs, enquanto a imagem anterior da Nonokinha foi a primeira a ser postada por lá. Do começo ao fim, gatinhos

Gatos que vivem com meus pais

Zé pequeno

Grupo 2 – Fotos 122318 a 122834
Gato 1 Gato 2 Gato 3 Gato 4 Gato 5 Gato 6

Esse miudinho apareceu na casa do meu irmão mais novo (quando eu já tinha voltado a morar com meus pais após a separação), e como não podia ficar com ele, já tinha 3, lá se foi o neném pra gente cuidar, mal tinha aberto os olhos, tive de improvisar uma mini mamadeirinha e fazer o papel de mamãe gata por dias.

Lembro de ter chamado ele assim pois ele era minúsculo e brabo. Com muita luta Zezinho sobreviveu e hoje é um gatão muito carinhoso comigo, quando visito minha mãe não larga do meu pé.

IMG_20260824_120857_142

Tirando Zé pequeno eu pouco acompanhei o crescimento de alguns, nos anos que morei lá entre os 30 e os 33 porém me aproximei mais, mas todos já eram grandinhos.

Respectivamente eles são:

Grupo 3 – Fotos 124131 a 124119
Gato 1 Gato 2 Gato 3 Gato 4 Gato 5

Caquinha em tese de chamava Flora, mas ninguém chamava ela assim, era uma gata que tinha muito nojo de areia e só fazia as caquinhas dela no corredor dentro de casa 🤡😺 poisé... Com isso o apelido ficou.

Tião era o gatinho preferido da minha avó materna, uma dos últimos momentos que tenho registrado dela é um vídeo que gravei escondida com ela cantando uma musiquinha cuja letra era só o nome dele enquanto fazia carinho nele. Dois fofuxos!

Chico era o preferido do meu pai, virou estrelinha já, infelizmente, foi uma das poucas vezes que vi ele chorar.

Das gatas, além das que aparecem na foto têm também a menina branca e a menina preta, mas elas são impossíveis de fotografar ou chegar muito perto. A menos que você seja meu marido pois ele é um encantador de gatos, não tem um gato que não caia nos encantos dele.

Cara de peixe

Esse gato é da minha tia na verdade, mas vive na casa dos meus pais também, ele é enorme e recebeu esse nome por causa da sua pelagem lembrar um peixe, pra mim é o campeão dos nomes esquisitos pra gato.

O gatinho mais miador da rua. Da última vez que fui passar o fim de semana na casa de mainha, descobri que ele aparece no muro e fica miando, maaaaas só entra em casa se a minha mãe disser que ele pode entrar! Fizemos o teste, meu pai e eu chamamos e nada dele vir, bastou minha mãe dizer o nome dele que ele vrio correndo.

IMG-20260825-WA0059


Por enquanto vão ser esses, nem todos estão aqui, alguns a partida mexeu tanto comigo que eu simplesmente apaguei as memórias deles de lá pra cá.


IMG-20260801-WA0083

🌻 Descubra o que é BEDA

🌻 Acompanhe meus companheiros de jornada.



「 Beba água 」

#beda-ago-2026 #entreblogs #fotos #pessoal