݁ .⋆᪥₊ ݁ . Doses de Mikah à gosto . ݁₊᪥⋆. ݁

Leituras de 2026.1

Antes de começar, um aviso: o tempo de leitura estimado está mentindo, na verdade é uns 15 minutos, tem mais texto se você clicar no triangulo ao lado dos títulos :)

Em 2021 eu comecei um caderno de leituras com uma amiga minha e esse ano ele infelizmente sofreu um gravíssimo acidente e se perdeu para sempre :/

Eu tinha um grande carinho por aquele caderno, mas admito que não cuidei bem o suficiente dele, tanto que acabou sendo confundido com algo que poderia ser descartado, não posso culpar o TDAH da pessoa que o fez, afinal a responsabilidade de guardar meus cadernos em lugar seguro é totalmente minha.

Pensando nele esses dias, relembrei minha trajetória com a leitura também e na minha amizade com a pessoa que me acompanhou por vários anos em uma leitura conjunta, a Bia.

Nos últimos 2 anos nos distanciamos um pouco por questões da vida, mas esse ano voltamos a ler juntas, fiquei bem feliz com isso, mas ai a vida de novo anda acontecendo e eu tô numa fase sem muitas leituras (anteriormente era ela que estava), pra dizer que não tenho lido nada, li sim algumas coisas, mas nos últimos dois meses tenho lido mais blogs e newsletters, ainda mais agora que eu entrei pro Entreblogs e descobri com ajuda de Ben a existência e como se usa um feed RSS!

Então, ainda leio, só não tenho lido muitos livros mesmo, sigo respeitando essa vontade pois ela me parece natural (pelo menos até agora), sinto que muitas coisas mudaram em mim nos últimos tempos e estou em transição, então estou apenas aceitando e aproveitando a viagem enquanto observo a mim mesma e ao mundo ao meu redor.

Com a situação do caderno que se perdeu, lembrei que nele eu gostei muito de fazer com a Bia uma clássica tag do mundinho literário chamada 50% que ela me apresentou, ela era a pessoa antenada nos boktook e mundinho book redes sociais à fora, eu sempre tive uma certa preguiça de acompanhar essas coisas velozes demais e se um livro está haypado agora, pode ter certeza que eu só vou ler ele daqui uns 3 anos ou mais. Vide Evelyn Hugo e Daisy Jones que eu não li até hoje, mas pretendo algum dia (eram esses que estavam em alta na época que eu tentei me manter conectadah).

Pensando nisso e na minha nova persona blogueirah (que graças a deusx não tem nadazaver com postar mil Stories por dia), resolvi trazer pra cá esse negocio dos 50% aproveitando que estamos em Junho e tudo mais.

Futuramente eu faço um post com as leituras dos anos anteriores desde que comecei a registrar elas com mais cuidado.

Agora focando no que era pra ser de fato esse post:

Tudo que eu li até agora em 2026.

Ecos da Floresta - Liz Moore

Comecei a ler ano passado enquanto assinava a TAG Inéditos (entre janeiro e Dezembro de 2025), algo que por anos foi um desejo meu, mas por motivos de falta de verba e necessidade de priorizar outras coisas, não mantive a assinatura agora em 2026.

Aparentemente todo mundo começa achando a história meio qualquer coisa, até que começa a ir e vir entre passado e presente. Uma hora você está lendo a linha do tempo principal, com vários personagens narrando o acontecimento recente por vez e a linha do tempo anterior, com mais algumas pessoas narrando acontecimento semelhante ao atual que aconteceu anos atrás e que claro, estão relacionados entre si e envolvendo toda a cidade que pra mim foi a melhor parte.

Acho que faltou pouco pra cidade ser um personagem à parte nessa história e o final me deixou bastante pensativa sobre qual seria o futuro daquelas pessoas e local pois eventualmente as duas situações se cruzam no presente e impacta muito todos ao redor.

Eu sei que até pode parecer confuso explicando assim, mas a autora soube fazer, tiro meu chapéu demais! Enquanto escritora eu vejo muito valor nesse estilo de escrita que a princípio parece todo fragmentado e sem sentido, mas conforme avança você entende tudo e fica "eitapoha!". Pensando agora o que mais aprendi com esse livro foi o poder que a edição tem sobre o produto final.

Esse aqui definitivamente se saiu melhor por causa da maneira como a história foi contata. Se tivesse sido linear teria sido só um suspense qualquer meia boca(...)

Comentário que eu fiz ao finalizar a leitura em 04/01/26. Página da obra no Maratona.app

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Impostora - R.F. Kuang

Esse foi um dos que li com a Bia, só não lembro mais quem de nós duas escolheu, acho que ela??? Enfim, esse foi uma surpresa boa pra mim, eu tendo a ter mais dificuldade de gostar de narrativas em primeira pessoa hoje em dia e a June não é uma mulher boazinha. Por sorte eu também tô numa fase de ler mulheres que fogem do estereótipo da boa menina, posso dizer que essa protagonista aqui pode ser chata, preconceituosa e tapadinha e acho que a autora escreveu ela assim de propósito (e escreveu muito bem, obrigada).

Ouvi dizer (pela Bia) que nem todo mundo gosta dessa história, pois ela tem uns temas meio polêmicos sobre minorias e muitas das discussões acaloradas que são comuns no meio das book redes em que pessoas tomam lá seus partidos e isso reflete também na experiência de leitura. June é uma das protagonistas mais realistas que eu li até agora (não a única) ainda assim não consegui odiar ela como tem gente que diz odiar.

Retratou uma realidade que eu aqui nos bastidores (pois Ben que sempre foi mais chegado a acompanhar as tretas do mundinho literário), acho que ela só descreveu uma realidade que tem gente que gosta de fingir que não é real: o serumano é meio podxrinho às vezes.

Teve partes da história que eu adicionei notas no próprio Kindle comentando as coisas como se tivesse respondendo ao Twitter, teve horas que eu tive ranço da June e eu sei que não leria o livro dela ou se lesse ia ter uma visão parecida com (...)

Comentário que eu fiz ao finalizar a leitura em 14/01/26. Página da obra no Maratona.app

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Se não fosse o meu amor - Kate Golden

Eu não costumo ser a maior fã do gênero de romance no mundo, já enjoei de tanto ler na adolescência, me dá nos nervos ver histórias em que a vida da protagonista só tem espaço para o relacionamento romântico, mesmo que eu saiba que na vida real é o que mais acontece também.

Esse porém me pegou desprevenida pois, segundo diz meu marido, o carinha cabeludo (meu fraco) foi inspirado no Hozier (outro belo cabeludo que eu gosto muito) e então eu tinha que ler, foi quase como ser desafiada! Ainda bem que tem mais do que apenas a moça se importando com o seu relacionamento romântico e por isso mesmo consegui finalizar.

A história se passa durante uma turnê e diferente de muitos romances que já vi por aí, a protagonista é uma mulher com mais coisas do que "quero/tenho namorado", ela é cantora, ela tem os traumas dela como todos nós e sofre para superá-los, faz umas burrada aqui e ali e lida com as consequências disso.

(...) acho que sou/fui cínica no amor como a Clementine até encontrar meu Ben. Gostei das personagens aqui e de como as coisas se desenvolveram entre os dois.

Comentário que eu fiz ao finalizar a leitura em 29/01/26. Página da obra no Maratona.app

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A estrela invisível - Olivia Lober

Esse aqui foi meu achado mais "uaaau!" até agora esse ano. Eu comecei a acompanhar a newsletter da Olivia, a escritora, ela fala sobre o processo de escrita dela e outras questões de interesse de quem escreve e deseja publicar seu livro, além de trabalhar de várias formas dentro do processo de publicação independente também, (que nem meu companheiro), gostava do jeito que ela escrevia sua newsletter e fui ver também site e canal no You Tube.

Foi nessa que vi ela falando sobre esse livro dela, no finalzinho do ano passado e só de ler a sinopse eu já sabia que iria me interessar, espia só

"Roubar é uma arte — a arte do silêncio".

Hiro tem três segredos: O primeiro é que ele já foi um ninja, mas deixou esse mundo há oito anos quando descobriu que o amor da sua vida morreu. O segundo é que o amor da sua vida era um homem e ele poderia ser preso por isso. O terceiro é que ele é o Guardião da Estrela Invisível, uma shuriken com o poder da invisibilidade.

Com um alvo constante nas costas, Hiro se muda com frequência para fugir da Ordem e manter seus dois irmãos adotivos longe de encrenca. Quando ninjas invadem seu apartamento no festival de primavera e revelam seu primeiro segredo, Hiro não tem mais como se esconder e foge para proteger a Estrela e as pessoas que ama.

O que ele não sabe é que o ninja o perseguindo é o amor da sua vida.

Quando eu li essa parte de que o cara que tava perseguindo ele era o cara que ele gostava eu fiquei muito "eitapoha quero saber mais dessa fofoca!"

Sendo romance com fantasia pra mim já é muito mais que apenas romance contemporâneo (como o anterior) então fica bem mais fácil pra mim ler por ser de longe meu gênero preferido de ler (e de escrever) e quando encontrei esse livro era justamente o tipo de leitura que eu estava querendo não tinha fantasia nenhuma nos lidos anteriores e esse serviu tudo divinamente bem u.u

Para além do desenvolvimento do casal tem várias temáticas interessantes aqui, diversidade, luta de classes/clãs e especialmente: relação entre irmões, que é disparadamente o meu maior ponto fraco dentre todas as plots existentes no planeta.

Eu amei! Desde a primeira vez que ouvi falar dessa história eu sabia que tinha que ler ela! Não decepcionou nadinha. (...) Ninjas queers precisam brilhar em mais livros!

Comentário que eu fiz ao finalizar a leitura em 08/02/26. Página da obra no Maratona.app

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Diga aos lobos que estou em casa - Carol Rifka Brunt

Um livro físico para variar. Esse veio com Ben lá do RJ pra cá onde eu moro no RN. Um detalhe que me chamou atenção nessa história é que tudo nesse livro é diferentão perto dos outros dessa lista:

  1. Ele foi lançado em 2012 e assim que peguei ele, folheei, olhei os detalhes da capa e a diagramação, de cara dá pra perceber que ele é de outra era.

  2. A própria plot por si só já parece bem diferente do que tenho visto sendo lançado ultimamente.

Vou tentar não dar tanto spoiler, mas em resumo a protagonista é uma garota pré adolescente, (claramente neurodivergente, embora eu não esteja afirmando nada, hein), que tem uma penca de dificuldade de interação social e um sentimento de amor platônico pelo tio/padrinho.

Eu achei que é justamente aí está uma das partes mais interessantes da história, não é um amor romântico, isso fica bem claro pra mim, mas não fica para ela, afinal é uma pré-adolescente que assim como nós, (muitos até hoje), só tem uma referência de amor e ele é justamente romântico. A bixinha fica muito confusa, o que também acho que é totalmente compreensível.

Como se não bastasse ainda tem uma plot de homem gay aidético morre e todos os preconceitos historicamente relacionados a este lugar na vida desse homem. A história se passa em um tempo em que as pessoas tinham até medo de pegar AIDS só de falar dela.

Imagine.

Pra mim esse livro tem um tchan muito diferente dos que são lançados atualmente, não sei se você se liga nessa parte da coisa toda do mercado literário, (eu também não me ligava não até conhecer Ben e eu aprender com ele), mas existem alguns padrões que você vai notando com o tempo, sejam detalhes na capa, um formato de diagramação específico, estilo ou formato dos títulos.

Um padrão que talvez seja causado pelo mesmo que a Sami Barsy fala na newsletter dela sobre o paradoxo da chuteira rosa na copa do mundo de 2026, fica ai a indicação tanto do texto quanto do vídeo que ela menciona lá.

Terminei e tô só aquela música "e agora que faço eu da vida sem você???" 🥺😭 Ok no dava pra esperar final super feliz embora tenha tido coisas que fiquei feliz no fim mas poxa vida 😞 esse quase me fez chorar algumas vezes e por boa parte dele li de forma tão autoconsciente que chega doeu e tive que ler devagar pra sobreviver aos baques

Comentário que eu fiz ao finalizar a leitura em 22/02/26. Página da obra no Maratona.app

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O senhor dos ladrões - Cornelia Funke

Eu sempre tive essa autora como referência no clássico estilo "quero ser assim quando eu crescer" mas eu só tinha lido a trilogia/série Mundo de Tinta até então. Não lembro quando exatamente eu li, mas faz bastante tempo e eu nunca esqueci! É um dos meus xodós que um dia terão um post nesse formato mesmo só para eles :)

Esse aqui também foi físico. O primeiro que consegui ler de fato pegando na biblioteca municipal aqui perto que comecei a frequentar esse ano junto com Ben, talvez eu esteja tendo algumas dificuldade em me adaptar ao formato físico outra vez e esse demorou bastante para engrenar, eu insisti pois sei que costumo gostar de livros infanto juvenis, acho nostálgico, me faz pensar na Micarla adolescente pegando mil livros pra ler na biblioteca da escola e depois na Micarla jovem adulta gastando todo seu salário de jovem aprendiz comprando livro na Saraiva pela primeira vez, eu comprei logo uns 15 de uma vez em 2010, foi um evento tão significativo pra mim que tenho até foto disso numa conta antiga do Instagram (antes de ele se tornar totalmente o inferno que é hoje).

Eu gostei da história, dona Cornelia como sempre escreve de forma incrível, mas acho que fui com tanta expectativa que no fim foi só um livro já lido, eu nem sei falar muito sobre a história meses depois e pensando bem, talvez tenha começado nessa época o meu atual quadro de "nheee, não to tao afim de ler por agora, vou fazer outra coisa" ainda acho estranho, pois isso nunca me aconteceu (não comigo podendo ler e escolhendo não ler) :-/

Gosto dessa autora e de livros infanto juvenis acho revigorante e sempre me dá vontade de escrever um!

Comentário mixuruca que eu fiz ao finalizar a leitura em 06/03/26. Página da obra no Maratona.app

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Amanhã, amanhã e ainda outro amanhã - Gabrielle Zevin (ou amanhã x3 como a Bia chama)

Quando essa maré de falta de interesse passar quero tentar ler o outro livro dessa autora. Enquanto escrevo isso, percebo que estou na dúvida se ele é essas coisas tudo mesmo ou se só foi uma leitura que me pegou muito intensamente em um período de desmotivação para ler.

De qualquer forma ele já virou um dos meus xodós, só não foi parar lá oficialmente pois eu só faço isso no final do ano, é o lugarzinho reservado às leituras que eu gosto tanto a ponto de meses depois ainda pensar nela com a mesma intensidade de quando acabei a leitura e sofri por isso!

Esse certamente tem um grande componente pessoal já que o protagonista também é PCD e eu me identifiquei muito com ele em diversos pontos sobre essa questão. Aqui há dois protagonistas e um coadjuvante que te conquista e te pega desprevenida ali pelo começo do último terço do livro, de um jeito que minhanossasinhora! Chorei mesmo!

Ele é o tipo de personagem que mais gosto: o sal na comida.

Chamo assim os personagens que até podem passar despercebidos em parte da história por não ter muito tempo de tela/página, daqueles que você sabe que ele está lá mas não pensa muito nele, é só legal mesmo, tem outros personagens roubando o foco ali, até que algo acontece e você percebe que sem ele, nada é tão bom quanto antes.

Apenas!

Adorei conhecer mais sobre o mundo dos jogos eletrônicos nesse livro, agora eu sei o que é uma engine e sempre que abro um jogo de celular lembro do livro pois é isso que os personagens fazem da vida aqui e é fascinante de ler as partes nerdice de jogos tanto quanto as partes "ok esse personagem precisa de terapia urgentemente!"

Assim como o primeiro livro do ano, como escritora esse me chama atenção também e virou uma das minhas referências no que diz respeito a como inserir flashbacks na história. Juro que teve momentos que eu demorei pra entender que era um flashback de tão envolvida que eu estava + tão bem encaixadinho foi dentro da plot principal.

Eu amo questões existenciais. Ponto. E há muito disso aqui em diversos momentos e sobre vários assuntos. Eu amo histórias em que as personagens parecem pessoas reais, eu trabalho conhecendo a história de vida real de pessoas reais e pra mim salta aos olhos rapidamente quando leio algo e esse algo tem um fundo de vivência da pessoa que escreveu (as notas de agradecimento da autora no final me confirmaram isso!), isso significa que muitas vezes as decisões tomadas pelas personagens/pessoas podem não fazer sentido ou não serem as melhores, de fato, mas sinceramente acho que essa é a melhor parte, como a gente erra, supera ou não mas segue com a vida apesar de tudo.

Comentário (gigantesco) que eu fiz ao finalizar a leitura em 21/03/26. Página da obra no Maratona.app

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A loja de feitiços - Sarah Beth Durst

Depois de 2 meses que terminei a leitura de Amanhã x3, finalmente achei algo que me despertou um minimo de interesse. Esse foi outro que me fisgou pela surpresa ao ler a sinopse e gênero: Cozy Fantasy, nossa! Adoro! Meu atual sonho de escritora é publicar nesse gênero (mas aí é outros quinhentos).

Nesse a sinopse começa com coisas bem genéricas dentro da lore de fantasia: cidade imperial, revoluções contra o império, restrições no uso de magia, elite esnobe e etc, mais aí vem salpicado de detalhes que me chamaram atenção, tipo:

  1. "bibliotecária da Grande Biblioteca de Alyssium (...)"
  2. "ela e seu assistente, Caz — um clorófito falante (...)" (!!!Q?!) 3."a biblioteca é incendiada, Kiela e Caz fogem com todos os livros que conseguem carregar (...)"
  3. "Agora que precisa reconstruir a vida do zero, Kiela decide vender algo que nem mesmo a padaria da cidade tem: geleia. (GELEIA!?)"

Foi tão inesperado que me ganhou totalmente! Tem romance, casal bem clássico e tudo mais, mas ai que mundo gostosinho (apesar das mazelas que não são ignoradas pela autora), protagonista bibliotecária, um conflitinho na medida, uns plotzinho Twist aqui e ali, criaturas fantásticas fora do convencional, tipo ursos panda feitos de nuvens que são espiritos protetores da floresta naquela ilha, plantas falantes, plantas falantes não binárias, casal sáfico improvável mas muito shipavel depois que você saca a dinâmica delas, relações de amizade genuína entre mulheres com zero rivalidade feminina, um exemplo digno de masculinidade positiva que faz par com a protagonista e claro, magia e geléias!

PS: Falo no diminutivo ali acima não desmerecendo mas sim de ficar muito "itimaliiaa quinenem "com essa história! Estilo sessão da tarde gostosinha que dá quentinho no coração :)

Finalmente achei algo pra curar minha ressaca literária depois de amanhã amanhã e ainda outro amanhã! Muito gostosinha de ler essa história 💗 tem tudo que eu amo!!!!!

Único comentário que eu fiz durante a leitura que finalizei em 01/06/26. Página da obra no Maratona.app

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Ao terminar de ler Amanhã x3 eu me vi uma ressaca literária braba, e quando li A loja de feitiços, achei que tinha curado a ressaca né, mas cá estamos quase acabando junho e nada de eu querer ler até agora.

Pra dizer que não li, comecei um recentemente (26/06), mas é cedo pra falar se vai vingar ou não, de toda forma, ele já vai fazer parte de 2026.2 então fica pra próxima, mas antes de ir, uma menção honrosa:

A história sem fim - Michel Ende Esse eu nem terminei ainda, mas essa capa é tão linda! Queria colocar ela aqui!

Eu sou dos anos 90 e vi esse filme pela TV poucas vezes do que eu me lembro, ele já era meio datadinho na época, imagina hoje, mas eita historinha que marcou uma pirralhada de gente viu! Encontrei o livro dela na biblioteca e resolvi pegar pra ler, isso lá pro começo de março ainda, mas nem terminei de ler nele pois não sei de quem foi a ideia de girico de imprimir o livro com uma letra verde minúscula e horrível de ler, algumas partes tinham letra vermelha e era menos difícil de ler, mas ainda assim ....

Naaaah... Baixei o ebook e segui por ele mesmo, até que a história chegou num ponto que eu já não lembro nada e nem sei se tinha no filme, não que eu lembrasse de muitas coisas antes desse ponto, só cenas soltas e aquele bicho branco lindíssimo que eu nem sabia o que era, mas bateu uma preguicinha de continuar >,<

Não desisti dele, até o fim do ano sei que chego ao fim da história sem fim.

7e870accc95ba2e7451b0a99774d2a39 (Ok desculpe por essa piadoca ruim :p)

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Quanto ao filme desse livro, sei que ele foi um dos que definiram meu gosto literário pra fantasia, mas aí fica a dúvida: Foram esses filmes e livros que me influenciaram a gostar de fantasia ou será que eu desde sempre fui muito mais voltada pra fantasia do que para a realidade? O que será que influenciou o que? Fica ai o questionamento e mais uma ideia de post pra minha lista: Filmes e livros que amei na infância e já diziam muito sobre a adulta que eu seria!

Obrigada por ler isso tudo :)



Tocando aqui 🧠:

Marcas do que se foi - The Fevers

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