Rascunho de um blogroll e atualizações aleatórias
Eu ainda não sei exatamente como quero fazer essa página, mas sigo pensando, enquanto isso acho que vou somente listar os blogs que eu for encotnrando seguindo o mesmo estilo dessa postagem assim quando eu encontrar o jeitinho que quero que fique minha página do blogroll eu já vou ter um pessoal listado e falado alguma coisa a respeito de cada um.
Descobrindo novos blogs
Tô voltando aos poucos a fuçar o discovery aqui do Bear, algo que deixei de fazer durante todo o mês de agosto por causa do BEDA. O bom é que achei mais alguns blogs interessantes para adicionar o feed.
Terceiro olho: Blog de uma amiga minha de longa data a quem caninguei tanto pra ela vir pra cá que não sei como ela não mandou eu ir me lascar! Fiquei muito orgulhosa que ela conseguiu começar falando justamente de um momento importante em sua vida.
- Última postagem que eu li: Sobre o que ainda hei de descobrir...
Carla Miranda / Rebuscarla: Blog de outra amiga minha que além disso é minha supervisora e muitas vezes tem sido minha salvação em casos mais complexos da clínica.
- Última postagem que eu li: Triforça da comunicação
Música em Versão Beta: Gostei muito do que li até agora, descobri que moramos no mesmo estado, que ele é músico e professor de história numa cidade vizinha a que eu vivo.
- Última postagem que eu li: Instruso na demografia e a lembrança de uma amizade fortuita
Robin Taffin: Ainda não entendi muito bem, mas gostei de tudo que li até então. O texto desse blog tem uma fonte manuscrita que eu achei muito legal de ver e não é dificil de ler. Tá na minha lista de quero explorar nos próximos dias:
- Última postagem que eu li: Acreditar ou desacreditar
Viver é muito perigoso: Eu me identifiquei muito com as coisas que essa pessoa escreveu! Só pelos titulos das suas postagens eu acho que nossos interesses são bem próximos, mais um pra explorar nos próximos dias.
- Última postagem que eu li: Entre a abundância e a escassez do tempo
Finalmente (re)encontrei meu leitor de RSS favorito
A isso agradeço ao Pedro do blog Ondeando que salvou meu uso do Capy Reader. Apesar de gostar muito dele, eu tava quase desistindo por não conseguir abrir facilmente a página da postagem (principalmente as daqui) para poder curtir.
Quando comentei isso lá no grupo do Entreblogs pra ver se conseguia alguma indicação ele comentou muito surpreso um #ué mas o Capy já faz isso" aí entendi que eu tava clientando de novo e tão logo pude fui lá fuçar até descobrir como que resolvia isso, era tão fácil que chega deu raiva.
O trabalho tá me consumindo (de novo)
Não o bom, de psicóloga, o ruim, de atendente de telemarketing!
Pois é infelizmente ainda não consigo ser somente psicóloga nesse mercado de trabalho/mundo doido regido pelo capetaliso e tenho que me dividir em duas (ou mais).
Estive na perícia por mais de um ano (por bournout) e voltei agora em primeiro de julho, crente e a bafando que ia ser demitida, pois o produto do qual eu fazia parte estava encerrando a operação na empresa que trabalho e geral tava sendo mandado embora, todo mundo que eu conhecia já estava de aviso prévio.
Eu inocente segui lá esperando sem ter absolutamente nada para fazer, só batia o ponto e cuidava pro sistema não fechar por inatividade enquanto o pessoal resolvia como lidar com minha situação, comecei nesse trabalho em 2019 antes mesmo da pandemia então até que seria uma rescisão gostosinha pra mim, maaaaas, conhecendo bem como funciona a lógica dessas empresas (até por já ter trabalhado em RH), sabia que eles iam querer me dar férias antes disso pra dividir o custo da minha saída.
Ai ai como eu fui inocente!
Fiquei 2 meses esperando essa conversinha se desenrolar, sem acesso e nem valia a pena resgatar já que logo mais não ia ter nada mesmo, até que no dia primeiro de setembro descubro que a porcaria da empresa simplesmente iria me realocar para outro produto e fodase eu.
Normalmente perguntam ao funcionário se ele tem essa disponibilidade eu já vi acontecer com outros colegas e era sabido por todos nós que esse momento era uma rara oportunidade de dizer não e ser demitido normalmente logo a seguir, só que na minha vez nem opção eu tive.
Aliás, opção eu tenho, posso pedir as contas a qualquer momento, mas in this economy????? Tá dificil viu. A mudança só não vai ser pior pois vou trabalhar menos horas que antes, voltar ao regime inicial de 6h20 ao invés de 8h20 que eu estava há alguns anos, pois fizeram uma pressãozinha psicologica fiadaputa pra eu aceitar a mudança a fim de evitar voltar para atendimento de chat que eu odiava.
Em contrapartida, passei a ser escala 6x1 quando desde o começo eu fui 5x2, se eu já considerava que esta poha tinha que acabar, agora considero mais ainda!
Desde dia 14 estou en treinamento para o novo produto e voltarei a atender o maldito chat com 3 telas (3 pessoas ao mesmo tempo) igual anteriormente trabalhei e me fudi todinha psicológicamente pois o tempo de atendimento era só de 17 minutos e em 95% dos casos era impossível de cumprir, mas fodase você, é a métrica da empresa tem que cumprir.
Meu estômago chega a doer só de lembrar!
O do produto atual pelo menos é de 25 minutos e o tamanho da operação é infinitamente menor, é o terceiro produto para o qual trabalho nessa empresa e esse detalhe aí pra mim é novidade, sou trouxa e tô esperando que esse detalhe + o fato de a rigidez do atendimento agora ser menor façam alguma diferença pra mim.
Hoje é sábado e estou no bendito treinamento, tentando ser nó cego e lendo blogs pra me manter acordada ou brincando com Zora, aproveitando uma pausa de """almoço""" pra escrever essa postagem.
Detalhe que o trabalho sendo 6h20 as 3 pausas que temos são de 10 / 20 / 10 e se você tem a sorte de não fazer ideia do que quer dizer isso é que eu só tenho 20 minutos para almoçar. No treinamento isso fica um cadim mais flexivel, mas quando começa pra valer é isso e você que lute se der vontade de ir no banheiro fora do horário.
É revoltante né. Acho pior ainda saber que na minha cidade trabalhar nessa área é praticamente uma das únicas possibilidades para a galera, fora isso você pode ser embalador ou caixa de supermercado. Se você não tem QI (quem indique) nem se mexe pra sair disso, cê passa a vida toda nesse tipo de trabalho e ok é um trabalho que existe e merece respeito, mas vai dizer isso pro chefe paumandado do capetaliso meu fi, não pra mim.
A todos que precisam se sujeitar a esta merda, toda a minha solidariedade.
Mas tu sabe qual é o pior????
Não que tudo o que falei antes não seja uma bosta, mas pra mim o pior é que mesmo com tudo isso em mente EU NÃO SEI SER NÓ CEGO!
Porque eu sou trouxa e fui socializada para ser uma boa menina, nunca descumprir regras nem decepcionar ninguém.
Somando a isso eu fico genuinamente curiosa pelo trabalho a ser feito e quero aprender, dominar o que tiver que dominar pois meio que minha realização pessoal passa por ser a nerd do espaço e saber que eu logo consigo dominar as ferramentas, consigo aprender rapido e logo logo me torno uma peça destacada como suporte indireto dos colegas.
Em todos os locais pelos quais trabalhei, só em 1 deles eu não saí deixando para trás uma biblioteca de tutoriais de como fazer algo que era eu que fazia muito bem obrigada sem ganhar nem um real a mais por isso e eu REALMENTE fico feliz em ser essa pessoa eu não necessariamente quero mudar nada disso, mas ao mesmo tempo eu não posso ser essa pessoa em todos os locais que eu trabalhar porque o capetaliso é liso e nunca para de exigir e quanto mais você dá, mais vão te pedir.
Essa mesma característica é maravilhosa enquanto sou psicóloga, mas fora dessa atribuição mais parece uma maldição e meu maior desafio nos últimos 10 anos é aprender a ser menos competente para quem não merece minha competência.
E vamos de foco nisso em terapia.
「 Beba água e vamo logo destruir o capetaliso pfvr!?」